A GlobalComix acaba de conquistar um dos maiores marcos de sua trajetória: a entrada oficial da Marvel Comics em seu catálogo digital.
Com o anúncio feito nesta quinta-feira (24), a plataforma se consolida como um dos principais hubs de leitura de quadrinhos do mundo, com acesso a centenas de títulos clássicos e lançamentos recentes da Marvel.
A partir de agora, os fãs podem ler obras icônicas como The Avengers, Venom, Guardians of the Galaxy, Wolverine, Civil War, X-Men ’97 e muito mais — tudo disponível individualmente ou via assinatura Gold, que custa US$ 6,99 por mês (cerca de R$ 38,00).
“Abrimos o portal para um novo multiverso de histórias. A chegada da Marvel à GlobalComix significa que os fãs poderão explorar mundos de heróis e criadores lado a lado. É um marco incrível para os quadrinhos e para nossos leitores”, declarou Eric Tapper, vice-presidente de desenvolvimento de negócios e cofundador da GlobalComix.
GlobalComix Gold: o “Netflix dos quadrinhos” ganha força
O modelo de assinatura GlobalComix Gold funciona de forma semelhante aos streamings de vídeo e música, permitindo acesso ilimitado ao catálogo completo de mais de 100 mil HQs, graphic novels e mangás.
Agora, com a chegada da Marvel, a plataforma dá um passo decisivo para se tornar o “Netflix dos quadrinhos”, ampliando sua presença no competitivo mercado de leitura digital.
Os assinantes também terão descontos exclusivos na compra de quadrinhos individuais, acesso a modos de leitura imersivos (com transição painel a painel) e conteúdos colecionáveis digitais voltados aos fãs mais dedicados.
O impacto no mercado digital de HQs
A movimentação reforça a tendência de migração das grandes editoras para o modelo de assinatura digital, em um momento de transformação da indústria de quadrinhos.
Com plataformas como Marvel Unlimited, ComiXology e agora GlobalComix, o setor aposta em recorrência e personalização como motores de receita.
Especialistas apontam que a entrada da Marvel na GlobalComix pode pressionar concorrentes a expandirem seus acordos de licenciamento, enquanto impulsiona a monetização de propriedades intelectuais clássicas por meio de novos formatos digitais.
Fonte: ComicBook
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