O ano de 2025 entrou para a história como um dos mais incríveis para os videogames. A disputa pelo título de Game of the Year (GOTY) nunca foi tão intensa — e tão merecida. Entre sequências aguardadas, novas IPs surpreendentes e indies revolucionários, cada lançamento deste ano parece redefinir o que significa excelência na indústria dos games.
De obras emocionais a experiências tecnicamente impressionantes, 2025 se tornou o que muitos chamam de nova era de ouro dos videogames.
Clair Obscur: Expedition 33 — o fenômeno inesperado

O título que mais surpreendeu o público foi Clair Obscur: Expedition 33, da Sandfall Interactive. O RPG visualmente deslumbrante combina combate por turnos fluido e estilo artístico cinematográfico, transformando cada batalha em uma verdadeira performance.
Mesmo sendo uma nova IP, o jogo já figura entre os gigantes da indústria, mostrando que ainda há espaço para o novo em meio aos colossos do mercado.
Death Stranding 2: On the Beach — a visão humana de Kojima

Hideo Kojima voltou em grande estilo com Death Stranding 2: On the Beach, sequência do cultuado título de 2019. O novo capítulo é mais profundo, humano e simbólico, misturando arte e gameplay de forma única.
Mesmo com uma narrativa enigmática, o jogo encanta pela imersão e atmosfera, garantindo sua posição entre os grandes concorrentes ao GOTY 2025.
Hades II — o retorno triunfal da Supergiant Games

A Supergiant Games fez o impossível: superou o próprio sucesso. Hades II é o jogo mais bem avaliado do ano no Metacritic, consolidando o estúdio como uma das potências do cenário indie.
Com combate ágil, narrativa mitológica intensa e a carismática nova protagonista Melinoe, o título combina emoção e replayability de forma magistral.
Para muitos críticos, Hades II é o grande favorito ao GOTY 2025.
Hollow Knight: Silksong — o retorno mais aguardado da década

Após anos de espera, Team Cherry finalmente entregou Hollow Knight: Silksong, e o resultado é tudo o que os fãs sonhavam — e mais.
Com movimentação refinada, combate preciso e direção de arte impecável, o jogo conseguiu equilibrar nostalgia e inovação.
Apesar da discussão sobre a dificuldade elevada, o título reafirma o poder dos indies em redefinir padrões de qualidade.
Blue Prince — o indie que desafiou o impossível

Entre gigantes e sequências milionárias, surge o improvável Blue Prince, um puzzle-adventure com narrativa surreal e arquitetura em constante mutação.
O jogo conquistou atenção pela originalidade e estrutura narrativa inovadora, sendo comparado a clássicos como Inside e Journey.
Embora seja o azarão da categoria, seu impacto cultural pode colocá-lo como o “indie darling” do ano.
O que define um Game of the Year em 2025?
O maior desafio de escolher o GOTY deste ano não está apenas na qualidade técnica dos jogos, mas na diversidade de significados da palavra “excelência”.
Para alguns jogadores, o título deve inovar e expandir fronteiras.
Para outros, deve emocionar e marcar culturalmente.
Em 2025, cada jogo candidato representa uma linguagem própria de arte e narrativa, o que torna qualquer escolha quase injusta.
Além disso, o debate sobre o GOTY evoluiu: não se trata apenas de técnica, mas de impacto cultural. Como o jogo ressoou com o público? Qual discussão ele gerou?
Esses fatores têm pesado cada vez mais na decisão dos prêmios da indústria.
Quem vai vencer o GOTY 2025?
Prever o vencedor parece impossível.
Hades II desponta como o favorito dos críticos e do público, mas Clair Obscur: Expedition 33 pode repetir o fenômeno de Baldur’s Gate 3 em 2023.
Death Stranding 2 tem a força autoral e simbólica de Kojima, enquanto Silksong carrega o título emocional de “campeão do povo”.
Blue Prince, por sua vez, é o lembrete de que a criatividade indie ainda é o coração da indústria.
No fim das contas, o grande vencedor de 2025 são os jogadores, que desfrutaram de um ano repleto de obras-primas, uma atrás da outra.
Independentemente do resultado, todos os indicados merecem o trono — porque 2025 provou que o melhor da arte interativa ainda está por vir.
Fonte: ComicBook
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